Emanuele & Romana, 27 de Junho
O Emanuele e a Romana foram uns pioneiros! Estando na Irlanda e não prevendo uma visita a Portugal dentro de alguns meses, sugeriram um encontro virtual! É verdade, gostamos de andar no topo da tecnologia (embora ainda não tenhamos twitter, o que nos tira o título de "geek") e fizemos uma vídeo-conferência.
Foi um pouco estranho, confesso, para além de que se ouvia muito mal. Por outro lado, a boa onda deles transmitiu-me muita confiança e simpatizei particularmente com as pantufas da Romana, pelo que a partir daqui, foi difícil não gostar deles :)
No dia 27 a coisa prometia, um Italiano muito à vontade, uma casa ultra-mega bem iluminada, uma estação de comboios e uma cerâmica abandonada. O Emanuele esteve em grande e os locais, muito distintos, ajudaram a uma excelente sessão, recheada de boa disposição e piadas sobre o Berlusconi.
Chegámos à casa dos pais da noiva e nada, comecei logo a temer o pior, em virtude da experiência da véspera, mas foi falso alarme, 10 minutos depois chegou uma descontraída Romana, pronta para as fotos. Se a sessão do Emanuele foi excelente, a da Romana ... foi épica! Os cenários foram basicamente os mesmos, com 5 minutos a pé a separar as duas casas em Outeiro da Cabeça (perto de Torres Vedras) e sem mais opções, a estação de comboios e a cerâmica voltaram a merecer o voto e não desapontaram!
Seguimos caminho para Torres Vedras, para a cerimónia religiosa que decorreu dentro da normalidade. À saída o tempo estava muito estranho, vento forte, muitas nuvens e um "highlight/shade" muito chato que nos estava sempre a cortar o ritmo, sem grandes condições para continuarmos ali, seguimos para a Quinta de S. Miguel da Corujeira.
Hora de fotos com convidados e mais algum tempo com o nosso casal do dia deu para concluir o que tinha ficado para trás em Torres.
Foi tempo de refeição e em casamento multicultural com pelo menos, Irlandeses, Italianos e Polacos, todos disseram bem da nossa gastronomia.
A animação (ou grande parte dela) esteve a cabo de amigos, que iam tocando êxitos de U2, Placebo ou Portishead, só para citar alguns. O Emanuele também deu uma ajuda na guitarra e posso dizer que o ambiente era muito bom. Terminámos com um já típico slideshow, com fotos dos noivos.
Aos noivos e também à família Siracusa, da Sicília (não vá eu precisar de uns amigos um dia destes :) deixo uma palavra de amizade, foi um enorme prazer ter-vos conhecido e de ter trabalhado convosco.
Bernard & Katja, 26 de Junho

Casamento multi-cultural com a Katja (Alemã) e o Bernard (Irlandês) a um estilo mais fotojornalístico. O dia a começar na Quinta de Santana com cerca de hora e meia de atraso por parte da cabeleireira da noiva, feito que não deixou grande espaço de manobra.
Últimos detalhes a uma velocidade estonteante com as irmãs e a mãe de roda do vestido da Katja. Com o horário a apertar, saímos para a Igreja do Gradil onde houve uma linda cerimónia com toda gente a participar. Um violino e um contrabaixo davam as notas enquanto os presentes cantavam, contagiante!
Á saída os noivos resolveram fazer o percurso a pé até à quinta, onde tudo estava preparado para os receber. Após a já mítica prova dos vinhos, fizeram-se algumas fotos da praxe e deu-se entrada no salão.
A refeição foi preenchida com diversos discursos de amigos e família dos noivos e no final uma demonstração de danças Irlandesas, muito animadas. De sublinhar como este tipo de eventos culturalmente diferentes, têm uma aceitação tão grande fora de portas.
No final, fica a memória de um casamento diferente, onde os convidados participam bastante durante todo o dia.
Últimos detalhes a uma velocidade estonteante com as irmãs e a mãe de roda do vestido da Katja. Com o horário a apertar, saímos para a Igreja do Gradil onde houve uma linda cerimónia com toda gente a participar. Um violino e um contrabaixo davam as notas enquanto os presentes cantavam, contagiante!
Á saída os noivos resolveram fazer o percurso a pé até à quinta, onde tudo estava preparado para os receber. Após a já mítica prova dos vinhos, fizeram-se algumas fotos da praxe e deu-se entrada no salão.
A refeição foi preenchida com diversos discursos de amigos e família dos noivos e no final uma demonstração de danças Irlandesas, muito animadas. De sublinhar como este tipo de eventos culturalmente diferentes, têm uma aceitação tão grande fora de portas.
No final, fica a memória de um casamento diferente, onde os convidados participam bastante durante todo o dia.














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Rita & Romeu, 20 de Junho

Arrancámos dia 19 para Santarém, o lineup era composto por mim, o virtuoso da câmara de vídeo - Sérgio "O Pirilampo Mágico" Brilha e o não menos importante, mas quase dispensável - Tiago Fernandes! Visto que a Andreia tinha um exame no dia 20 (quem é que tem exames ao Sábado ... ?!)
Houve tempo para nos acomodarmos em casa dos pais do Romeu e para nos apresentarem as "shquinhas" - nome carinhoso para "fresquinhas", vulgo "Sagres Mini", que onde quer que fossemos, ora na casa dos pais da Rita, ou do Romeu em véspera de festa e noite quente, era uma constante.
Devo admitir que cerveja não é o meu forte e depois de uma noite menos bem dormida, consequência de um dentinho problemático, acordei bem cedo para descobrir que não tinha sido o único, tanto o Rafael, como o Sr. Garcia, irmão e pai do Romeu, respectivamente, tinham passado grande parte da noite a ultimar os preparativos. E que preparativos, um autêntico mini-banquete com frutas, bolos e claro, "shquinhas"! :)
Começámos por fotografar o Romeu em casa, paredes coloridas, jogos de xadrez de Bali e uma prancha de surf que o próprio noivo construiu ajudaram a compor algumas fotos. Depois disso veio algo de que eu já estava à espera à muito tempo, uma Vespa! É verdade, tenho fixação por estes motociclos míticos! Com noivos, prometia ainda mais! O Romeu esteve um autêntico senhor e não veio cá com conversas de "ai vou sujar o fato" ou o "tenho medo de cair" e fizemos uma sessão muito forte com a dita acelera.
Lá fomos ter com a Rita, que ainda não tinha chegado mas que também não levou muito tempo a fazê-lo. Começámos a sessão aproveitando umas borboletas lá de casa e entre sombras e recantos mais despercebidos fizemos o resto da sessão indoor. À nossa espera estava um Bentley dos anos ... quarenta ... ou cinquenta ... ou sessenta (essas coisas mais antigas que acabam em "enta" ... sim eu sei que pode ir até aos "noventa", mas a M80 também diz que é música dos anos 70, 80 e 90 e eu já ouvi algumas de 2000 portanto ...) o carro era antigo pronto! Mas era giro :)
Chegámos à Igreja de Tremêz e fez-se a entrada da noiva com o pai, não sem antes repararmos que o chão estava diferente! Era verde e macio ... era relva! É verdade, qual Cristiano Ronaldo em Madrid?! Uma noiva a andar sobre relva na Igreja pode não valer 94M€, mas tem muito mais estilo que o CR7.
À saída fizeram-se algumas fotos com os noivos e o Bentley (e eu que queria a Vespa :() e seguimos para o "Complexo Turístico D. Nuno" em Fátima. "Complexo" é a palavra correcta visto que estavam a decorrer mais 3 ou 4 festas de casamento e ninguém se entendia muito bem. Algumas fotos com os convidados depois e entrámos para a nossa sala.
Depois da refeição fomos ao Santuário de Fátima fazer mais algumas fotos. Onde cometi pelo menos um pecado! Não a nível católico (o que também deve ter acontecido), mas a nível fotográfico, centrei totalmente uma imagem! É verdade, admito-o, quebrei a regra dos terços e tornei-me num autêntico amador ao deixar o meu assunto (neste caso a Rita e o Romeu) totalmente centrados na foto, tanto horizontal como verticalmente, no caso de não saberem, é exactamente a primeira foto! Uma das minhas favoritas, mostrando que as regras da fotografia podem e devem ser quebradas, não em demasia como fez o assistente de serviço, o já apresentado Rafael que enquanto segurava nas câmaras ia disparando ocasionalmente. O resultado foram 90% delas mal expostas, desfocadas ou tremidas e em 9 dos restantes 10% a sombra dele aparece na foto :) portanto, convém quebrar as regras, mas só de vez em quando, ok Rafa? Hahahah
O final do dia foi de festa intensa e para nós fica viva a recordação de um casamento muito animado em Tremêz/Santarém/Fátima!
Houve tempo para nos acomodarmos em casa dos pais do Romeu e para nos apresentarem as "shquinhas" - nome carinhoso para "fresquinhas", vulgo "Sagres Mini", que onde quer que fossemos, ora na casa dos pais da Rita, ou do Romeu em véspera de festa e noite quente, era uma constante.
Devo admitir que cerveja não é o meu forte e depois de uma noite menos bem dormida, consequência de um dentinho problemático, acordei bem cedo para descobrir que não tinha sido o único, tanto o Rafael, como o Sr. Garcia, irmão e pai do Romeu, respectivamente, tinham passado grande parte da noite a ultimar os preparativos. E que preparativos, um autêntico mini-banquete com frutas, bolos e claro, "shquinhas"! :)
Começámos por fotografar o Romeu em casa, paredes coloridas, jogos de xadrez de Bali e uma prancha de surf que o próprio noivo construiu ajudaram a compor algumas fotos. Depois disso veio algo de que eu já estava à espera à muito tempo, uma Vespa! É verdade, tenho fixação por estes motociclos míticos! Com noivos, prometia ainda mais! O Romeu esteve um autêntico senhor e não veio cá com conversas de "ai vou sujar o fato" ou o "tenho medo de cair" e fizemos uma sessão muito forte com a dita acelera.
Lá fomos ter com a Rita, que ainda não tinha chegado mas que também não levou muito tempo a fazê-lo. Começámos a sessão aproveitando umas borboletas lá de casa e entre sombras e recantos mais despercebidos fizemos o resto da sessão indoor. À nossa espera estava um Bentley dos anos ... quarenta ... ou cinquenta ... ou sessenta (essas coisas mais antigas que acabam em "enta" ... sim eu sei que pode ir até aos "noventa", mas a M80 também diz que é música dos anos 70, 80 e 90 e eu já ouvi algumas de 2000 portanto ...) o carro era antigo pronto! Mas era giro :)
Chegámos à Igreja de Tremêz e fez-se a entrada da noiva com o pai, não sem antes repararmos que o chão estava diferente! Era verde e macio ... era relva! É verdade, qual Cristiano Ronaldo em Madrid?! Uma noiva a andar sobre relva na Igreja pode não valer 94M€, mas tem muito mais estilo que o CR7.
À saída fizeram-se algumas fotos com os noivos e o Bentley (e eu que queria a Vespa :() e seguimos para o "Complexo Turístico D. Nuno" em Fátima. "Complexo" é a palavra correcta visto que estavam a decorrer mais 3 ou 4 festas de casamento e ninguém se entendia muito bem. Algumas fotos com os convidados depois e entrámos para a nossa sala.
Depois da refeição fomos ao Santuário de Fátima fazer mais algumas fotos. Onde cometi pelo menos um pecado! Não a nível católico (o que também deve ter acontecido), mas a nível fotográfico, centrei totalmente uma imagem! É verdade, admito-o, quebrei a regra dos terços e tornei-me num autêntico amador ao deixar o meu assunto (neste caso a Rita e o Romeu) totalmente centrados na foto, tanto horizontal como verticalmente, no caso de não saberem, é exactamente a primeira foto! Uma das minhas favoritas, mostrando que as regras da fotografia podem e devem ser quebradas, não em demasia como fez o assistente de serviço, o já apresentado Rafael que enquanto segurava nas câmaras ia disparando ocasionalmente. O resultado foram 90% delas mal expostas, desfocadas ou tremidas e em 9 dos restantes 10% a sombra dele aparece na foto :) portanto, convém quebrar as regras, mas só de vez em quando, ok Rafa? Hahahah
O final do dia foi de festa intensa e para nós fica viva a recordação de um casamento muito animado em Tremêz/Santarém/Fátima!
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