Hélder & Inês
Já foram algumas as vezes que fomos a Coimbra fotografar, a cidade transpira ambiente fotográfico e para onde quer que se olhe há montes de locais a serem explorados. Desta vez não foi excepção, começámos no Hotel Vila Galé, a fazer interior, mas também alguns exteriores. Seguimos para a academia da Académica de Coimbra onde o Hélder fez questão de distribuir classe de bola no pé, mas desenganem-se não era pelos dotes futebolísticos, mas sim pelo fato Hugo Boss :)
A caminho de casa dos pais da Inês fomos forçados a fazer mais algumas fotos, pois ainda tenho noivas que atrasam... O Hélder, um senhor!
A noiva estava muito bonita e bem disposta, a nervoseira do costume não fazia parte dos planos da Inês, algumas fotos em frente ao prédio, onde arrisquei a minha vida várias vezes, em cima de uma garagem (?!) para fotografar. A próxima paragem foi o Jardim da Manga, onde já tinha estado à muito, muito tempo... Houve atrasos, mas a noiva soube compensar :)
A cerimónia foi no Convento de Santa Clara e tem uma envolvência muito simpática a nível fotográfico. Temos uma vista esplendorosa sobre a cidade e o próprio convento oferece situações para boas imagens.
A Quinta do Mourão em Tentúgal foi o espaço escolhido para a festa e assim que chegámos, uma grande notícia, a música estava ao encargo do já mundialmente famoso (e também a nível europeu) João Marques! É verdade, o nosso DJ favorito também marcou presença.
Cortou-se o bolo à chegada à Quinta e de seguida alguns fados de Coimbra, para acolher os presentes. Fomos editar as fotos, deu-se o almoço e aquilo que era um céu ensolarado depressa se transformou numa enorme massa cinza, a esperança de que não chovesse era remota e não levou muito até que as primeiras gotas se precipitassem, o Vinay ainda fez o favor de nos levar a dar uma volta a ver se a coisa acalmava, mas sem solução, foi já no regresso e mesmo debaixo de chuva que fizemos algumas imagens.
Mesmo com um final digno do dilúvio da Arca de Noé & Friends o dia foi extremamente positivo, o Hélder e a Inês são nota 10 e houve sempre um clima de grande à-vontade durante todo o dia.
Não quero terminar sem agradecer também ao Vinay e à Filipa que foram incansáveis connosco durante todo dia! Um grande bem haja!
Daniela & José
O dia começou cedinho em Felgueiras, onde já nos esperava o Zé, após algumas fotos dentro de casa, decidimos arriscar o outro lado da rua com uma chuva que não deixava ninguém indiferente. O bom disto tudo é que a nebulosidade torna a luz mais difusa e bonita. A acompanhar o Zé estava um VW Carocha roxo que é uma delícia para qualquer fotógrafo. Com mais ou menos chuva lá conseguimos um bom conjunto de fotos.
A 5 minutos dali estava uma nervosa Daniela, que embora não admita, sentia a pressão do grande dia. Após alguma negociação conseguimos sair de casa e o tempo começou a abrir, estivemos no local da cerimónia, o Mosteiro de Pombeiro e fizemos boas imagens, dali fomos a uma ponte Romana com enorme potencial e que quase nos deixava o carro apeado.
Voltámos ao Mosteiro de Pombeiro, mas desta vez era a valer, com toda gente dentro, a noiva lá fez o seu desfile nupcial para alguns minutos depois já estar casada com o seu príncipe.
Fez-se um brinde ainda no Mosteiro para de seguida irmos para Amares - Quinta Lago dos Cisnes. Foi aqui que percebi que o casamento da Dani e do Zé estava a ser abençoado, em demasia ... nunca vi tanta chuva em tão curto espaço de tempo, houve pessoas a esperarem no carro mais de 20 minutos até poderem sair. A Quinta Lago dos Cisnes foi muito provavelmente a melhor quinta que visitámos pela primeira vez no último ano, com uma arquitectura apaixonante, uma decoração superior e um catering delicioso, só faltava mesmo um responsável como o Ricardo para percebermos que tudo é de altíssimo nível, para terminar irei mesmo só referir que o "Corte do Bolo", foi o melhor que vi até hoje, com os noivos numa plataforma dentro de um lago, uma cascata de fogo enorme e tochas verdadeiramente dignas desse nome, isto tudo sob o que mais parecia um coliseu Romano, sim eu sei que estou a dar um ar de bajulação total, mas na verdade fiquei totalmente impressionado!
E pronto, foi assim o primeiro Mito Urbano do ano :)
A 5 minutos dali estava uma nervosa Daniela, que embora não admita, sentia a pressão do grande dia. Após alguma negociação conseguimos sair de casa e o tempo começou a abrir, estivemos no local da cerimónia, o Mosteiro de Pombeiro e fizemos boas imagens, dali fomos a uma ponte Romana com enorme potencial e que quase nos deixava o carro apeado.
Voltámos ao Mosteiro de Pombeiro, mas desta vez era a valer, com toda gente dentro, a noiva lá fez o seu desfile nupcial para alguns minutos depois já estar casada com o seu príncipe.
Fez-se um brinde ainda no Mosteiro para de seguida irmos para Amares - Quinta Lago dos Cisnes. Foi aqui que percebi que o casamento da Dani e do Zé estava a ser abençoado, em demasia ... nunca vi tanta chuva em tão curto espaço de tempo, houve pessoas a esperarem no carro mais de 20 minutos até poderem sair. A Quinta Lago dos Cisnes foi muito provavelmente a melhor quinta que visitámos pela primeira vez no último ano, com uma arquitectura apaixonante, uma decoração superior e um catering delicioso, só faltava mesmo um responsável como o Ricardo para percebermos que tudo é de altíssimo nível, para terminar irei mesmo só referir que o "Corte do Bolo", foi o melhor que vi até hoje, com os noivos numa plataforma dentro de um lago, uma cascata de fogo enorme e tochas verdadeiramente dignas desse nome, isto tudo sob o que mais parecia um coliseu Romano, sim eu sei que estou a dar um ar de bajulação total, mas na verdade fiquei totalmente impressionado!
E pronto, foi assim o primeiro Mito Urbano do ano :)




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Jorge e Tânia


Uma nGage que começou bem no centro de Lisboa, pelas ruas do Bairro Alto, onde descobrimos um jardim mágico e acessível a poucos. Fomos para Caneças, à Quinta onde o Jorge e a Tânia fazem equitação e terminámos na Fonte da Telha, já com alguma chuva e uma presença canina totalmente alucinada.
O dia do casamento começou bem cedo em Almada, andámos pela Praça S. João Baptista e imagine-se pelo backstage do Pingo Doce! Alguma chuva não impediu que o Jorge pudesse fazer a sua sessão no exterior, quando chegámos a Cacilhas havia um lindíssimo céu cinzento escuro que ajudava ainda mais ao dramatismo das fotos.
Deixámos o Jorge na Margem Sul e fomos para a outra margem, para o Parque das Nações, onde nos esperava a Tânia, ou não! Acredito que tenha sido a espera do ano, quando chegámos a noiva estava a ser penteada, o que durou cerca de hora e meia. Eu desesperava, sentava-me, levantava-me, fazia algumas fotos aos acessórios, olhava para a rua angustiado, afinal o dia era já outro, sem chuva e com uma imensidão de ideias para por em prática, mas sem noiva!
Na meia hora de fotos que tivemos as coisas correram pelo melhor e QUASE que perdoei a Tânia, as fotos ficaram maravilhosas, embora tenha ficado tanto por fazer ...
Seguimos para a Basílica da Estrela, local da cerimónia e que teve a presença de um coro de Gospel, o que combinou extremamente bem com a magnitude do espaço. Depois de algumas fotos à entrada da Basílica, fomos ao jardim em frente. O sol já se ia mostrando, embora tímido, o que mudou também a temperatura e ambiente das fotos.
A última paragem do dia foi na Ordem dos Médicos, onde a equipa de Luís Suspiro nos recebeu da melhor e mais saborosa forma possível. Não me canso de gabar um espaço de requinte onde tudo é de nível superior.
A surpresa estava guardada para a abertura do baile, onde os noivos presentearam os convidados com uma representação fantástica, um misto de sedução e burlesco sob o disfarce ténue de um Tango Argentino, o resultado foi um sorriso geral e ponto de partida para uma festa bem divertida.
O dia do casamento começou bem cedo em Almada, andámos pela Praça S. João Baptista e imagine-se pelo backstage do Pingo Doce! Alguma chuva não impediu que o Jorge pudesse fazer a sua sessão no exterior, quando chegámos a Cacilhas havia um lindíssimo céu cinzento escuro que ajudava ainda mais ao dramatismo das fotos.
Deixámos o Jorge na Margem Sul e fomos para a outra margem, para o Parque das Nações, onde nos esperava a Tânia, ou não! Acredito que tenha sido a espera do ano, quando chegámos a noiva estava a ser penteada, o que durou cerca de hora e meia. Eu desesperava, sentava-me, levantava-me, fazia algumas fotos aos acessórios, olhava para a rua angustiado, afinal o dia era já outro, sem chuva e com uma imensidão de ideias para por em prática, mas sem noiva!
Na meia hora de fotos que tivemos as coisas correram pelo melhor e QUASE que perdoei a Tânia, as fotos ficaram maravilhosas, embora tenha ficado tanto por fazer ...
Seguimos para a Basílica da Estrela, local da cerimónia e que teve a presença de um coro de Gospel, o que combinou extremamente bem com a magnitude do espaço. Depois de algumas fotos à entrada da Basílica, fomos ao jardim em frente. O sol já se ia mostrando, embora tímido, o que mudou também a temperatura e ambiente das fotos.
A última paragem do dia foi na Ordem dos Médicos, onde a equipa de Luís Suspiro nos recebeu da melhor e mais saborosa forma possível. Não me canso de gabar um espaço de requinte onde tudo é de nível superior.
A surpresa estava guardada para a abertura do baile, onde os noivos presentearam os convidados com uma representação fantástica, um misto de sedução e burlesco sob o disfarce ténue de um Tango Argentino, o resultado foi um sorriso geral e ponto de partida para uma festa bem divertida.
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Pedro & Tânia, 16 de Outubro
A nGage foi já no longínquo mês de Setembro e quando cheguei a Olhão, esperavam-me já a Tânia e o Pedro. Promessas de uma viagem de barco estavam ainda muito longe da loucura que foi atravessar de Olhão para a Ilha dos Hangares. Solzinho maravilhoso, vento a bater no rosto e uma paisagem muito diferente é um molde muito favorável à fotografia, se lhe juntar-mos um casal totalmente in love, a coisa ganha uma magia única. Chegámos à Ilha sempre com o Pedro a descrever cada ponto que fosse um pouco maior que um grão de areia. Eram histórias de pesca, de navegações caricatas, de postos armados e aventuras pessoais relatadas com muito carisma e com um brilhozinho nos olhos que não disfarçava a paixão por este mundo.
Demos um ENOOOOORME passeio pela praia que me transportou para outras paragens, a ausência de pessoas e de traço urbano fez-me sentir quase em outro país. Após a longa caminhada fomos recompensados com um delicioso batido de canela no bar junto ao farol e lá voltámos para Olhão ao cair do sol. A agravar a ausência de luz, que não permite fotografar, houve outra situação digna de registo, fomos atacados por batalhões e batalhões de mosquitos que fariam inveja a qualquer clã de vampiros da Saga Twilight. Houve alturas em que a coceira era tanta que juro ter-me sentido um dançarino profissional de break dance. Para suavizar a comichão o Pedro deixou-me conduzir o barco a espaços e ensinou-me algumas regras de trânsito marítimo.
No dia 16 e com o casamento marcado para as 15:00, houve bastante tempo de manhã para fotografar os noivos. Começámos em casa deles e saímos com o Pedro para dar uma volta por Olhão e fomos à lota, isto a um Sábado de manhã e com 253,678 gaivotas no cais. Para quem ainda não percebeu o grau de dificuldade deste momento, imaginem o que é terem milhares de gaivotas a sobrevoarem-vos com armas mortíferas para qualquer fato de noivo. É muita gaivota para tão curto espaço, o Pedro ainda fez lá alguns movimentos "à la' Matrix" para chegar incólume à cerimónia :)
A Tânia ainda atrasou um pouco (mentira, foi mesmo bastante), mas nada de grave (cof cof). A verdade é que quando chegou a hora da verdade esteve a um nível superior e mesmo com cuidado redobrado pela sua barriguita saliente, nunca negou nenhuma situação e colaborou sempre com um sorriso simpático. Chegada a hora da cerimónia lá arrancámos para a Quinta dos Poetas, Pechão.
A cerimónia foi ao ar livre e não se alongou em demasia, um saxofonista tomava conta do som ambiente enquanto se faziam as fotos com os convidados. Um pouco antes de entrarem na sala e com a luz a pintar a bonita paisagem da quinta, fizemos as fotos com o casal. A marcar a festa, a dedicatória que o Pedro fez à Tânia, cantando uma música de André Sardet - "Quando Eu Te Falei Em Amor".
Chegava ao fim mais um Mito Urbano, desta vez no Algarve, com um casal nota 678, que nos fez em tudo, sentir como autênticos participantes da sua festa. Um grande abraço!
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